Casou-se com D. "Quininha". Foi um rábula. fs
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"Neco Teixeira, rábula famoso. Um senhor baixinho, de cabeça branca, corado, de olhos azuis, sempre de chapéu escuro. Fumava um cigarro atrás do outro. Seus dedos chegavam a ficar amarelos de tanto fumar. Todo mundo gostava de "Seu Neco Teixeira.
Minha prima ia comigo a sua casa. Ficava perto da prefeitura. Conversavam muito com Dona Quininha, sua esposa e com Sofia, uma moça que eles criaram. "Seu Neco" ria com as "graças" de Tide. Anos depois, vi-o paralitico, numa cadeira de rodas, sem poder falar. Fora vítima de um derrame cerebral que o prostara pelo resto da vida". (RAMOS, Antenor Laurentino. Memorial da Anta Esfolada: Nova Cruz no espaço e no tempo. Natal: Feedback, 2014. p. 118).
"Neco conheci já velhinho. Gostava de pitar um cigarrinho após o almoço nos bancos da pracinha, lateral à Igreja, vi-o lá algumas vezes. Já aposentado das lides forenses, faleceu deixando viúva Dona Quininha e a secretária Sofia, que sobreviveu aos dois e ficou na casa vizinha à de seu Fenelon até partir. Hoje não sei o destino do imóvel.
Parece que o casal tinha um filho que morava fora. Não sei de outros parentes, nem dele, nem de dona Quininha". (E. C. M).
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